Agora, pois,
perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste (Ex
32.32).
De Êxodo a
Deuteronômio, Moisés é continuamente descrito como aquele que intercedia pelo
povo de Deus. Ele chegava ao ponto de ser ousado, como podemos ler neste
versículo. Aprendamos, aqui, duas lições muito importantes sobre a intercessão.
É um dos exercícios do cristão autêntico.
Ao longo de toda a Bíblia, somos intimados a interceder uns pelos outros e pelo
mundo inteiro. É do agrado de Deus que seus filhos sejam sacerdotes, isto é,
intercessores; este é o sacro dever de todo cristão da nova dispensação.
Intercedamos uns pelos outros, para que cresçamos e para que, assim, muitos
venham a conhecer o Salvador do mundo.
Jesus é nosso Sumo Sacerdote. Moisés era
um tipo de Cristo. Ele era o intercessor do povo de Israel. Cristo é nosso
Advogado (1Jo 2.1), nosso Mediador supremo (1Tm 2.5). Ele intercede por toda a
Igreja (Jo 17). O livro de Hebreus nos diz que, por Cristo ser o Sumo
Sacerdote, ele “pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo
sempre para interceder por eles” (Hb 7.25). Aqui está toda a segurança do
crente. Devemos andar por este caminho sentindo firmeza, paz, alegria e amor
para com Deus e para com nosso semelhante. Sejamos também verdadeiros
intercessores!
Oração: Bendizemos o teu excelso Nome por
toda a segurança que usufruímos de tua intercessão, Senhor Jesus. Queremos
também interceder uns pelos outros. Amém.
